Atualmente, tanto no Brasil como no mundo inteiro, é notável o grande crescimento dos índices de violência em todas as classes sociais. E essas atitudes são, na maioria, conseqüências de fatos ocorridos anteriormente, que é o que chamamos de vingança, acerto de contas entre outros termos.
Pode ser em bairros nobres, em favelas, morros. A vingança entre os homens sempre existiu. Um bom exemplo a ser citado seria a Guerra do Iraque, que foi iniciada como reação dos Estados Unidos após o ataque de 11 de setembro. Outra situação que podemos encontrar a vingança é dentro das casas, em relacionamentos entre casais, como o ocorrido em Santo André, no estado de São Paulo, onde a jovem Eloá foi assassinada brutalmente pelo seu ex-namorado, inconformado com o término do namoro, preferindo assim, vingar-se tirando a vida da moça. São essas dentre muitas outras que a Vida está sendo cada dia menos valorizada e deixando-nos pasmos com a frieza de como tudo ocorre.
É necessário um consentimento geral da população em relação esse assunto, pois a vingança é um sentimento que só trás tragédia, mágoa e sofrimento. A vida é o mais importante a ser preservado e somente com Amor e Respeito é possível mudar esse quadro.
terça-feira, 24 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Eis o meu momento Clarice Lispector!

''O que fazer para ir até você?
Lírios me confundem o caminho
Mas do meu itinerário não me perco.
Vento, mar e terra.
Lá estou.''
Uma poesia que fiz para uma comunidade chamada ' Lispector me entenderia' no site de relacionamentos, o famigerado Orkut.
Quantas vezes nos desviamos do caminho certo, tanto por inexperiência quanto por vontade e sede de conhecer o novo, o estranho? Somente o amor verdadeiro consegue sobreviver aos obstáculos impostos no caminho de um relacionamento.
Eu te amo. Meu Amor.
O Latente Sentimento Abstrato

Arde em meu peito
A espada quente do amor
Ela me fere sem perguntar se quero ser ferida
E faz de mim sua vítima.
Principia-se em mim
O latente sentimento abstrato
Que comando meus atos
E faz eu ver beleza em tudo que meus olhos vêem
E em seus braços
Não sei se me achei ou me perdi
Não sei se tenho chão sob os pés ou não
Teus olhos me prendem sem que você precise usar tuas mãos
Hoje meu violão começou a tocar sozinho
A melodia para minha nova música
O meu som tocou sozinho
Minha música favorita
E eu, sozinha
Procuro uma maneira de fazer eles pararem.
Texto que fiz em 2006, eu acho.
Espero que tenham gostado!
Abraços!
quinta-feira, 19 de março de 2009

Te dei saliva pra matar a sede
E suor pra lavar o amor
Te dei o sangue que corre nas minhas veias
E lágrimas frias no calor
Te dei a flecha pra atirar em mim
E um livro pra rasgar as folhas
Te dei o zíper de fechar e abrir
E a possibilidade de escolha
Te dei uma moeda de pedra
Te dei um nome e os nomes estão perdidos
Te dei a pena da asa de um anjo
E os meus sonhos preferidos
Paulinho Moska ♪
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