sexta-feira, 24 de abril de 2009

Ansiedade




Luz acesa, porta aberta. O vento entra e se mistura com os meus pensamentos. Não vejo a hora de estar em seus braços e sentir proteção novamente. Parece estar perto e tão longe ao mesmo tempo. Meus punhos doem, a cabeça também. O violão encostado na parede parece estar olhando pra mim e dizendo: vem, deixa eu amenizar essa ansiedade. Uma lágrima invonlutária cai. Meus punhos ainda doem e agora começa um latejar no peito, que saudade de pegar em suas mãos... Dez, quinze, vinte dias? Eu espero até mais que isso sabendo que também me aguardará para sermos felizes então. Eu te amo com o sentimento mais puro e sincero que existe.

Um comentário:

Gabriela Nazário disse...

Blog , muito bom!
Até me identifiquei com esse texto.
Parabéns (: